Bem minha cena foi feita as três porradas no fim das contas, mas na minha opinião ficou bom, pelo menos tem a minha cara. Minha base como ja tinha dito antes era a deusa Morrigan da mitologia celta,bem em pesquisas e pesquisas sobre esta deusa acabei me fascinando pela sua forma de corvo, que leva a coragem aos cavalheiros e os faz cometer atos heroicos, com a ajuda de Elise que deu dicas absurdas pra composição minha cena, e Vitória que escreveu o monologo e ajudou também nas marcações. O que saiu foi uma entidade presa que guarda a fúria e a coragem de ser ela mesma, mas por isso foi presa, por um momento se liberta e revela que ela esta dentro de você. Bem julguem pensem reflitam façam o que quiserem, eu amei minha cena mas a a partir do momento em que a obra emancipa-se o criador ela se torna parte do do mundo e esta sujeita ai olhar cítico dele.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Enfim o fim. Acabamos de ver todos o videos da turma, incluindo o meu é claro, mas deixa isso pra mais tarde. Teeenho que falar do vídeo da Kahwana, não por quer ela é minha protegida, mas por que tava muuuito khawanico, a coisa mais Kahwana que eu ja vi heheheh. Ela era uma bonequinha de pano que revivia e tal, se sentia solitária e voltava pro baú de brinquedos.... OOOOWWWNNN muito fofo muito Kahwan. e o de Fabrício que estava na minha opinião impecável. Pois bem terminada a rasgação de cetim (por que ceda é caro e eu sou pobre u_u) voltemos a falar da disciplina.
Bem, aconteceu algo que eu particularmente achei bem bonito, que foia a mobilização da turma para ver o vídeo um do outro, sendo que o coimando preferia que alguém da família prestigiasse a cena (com alguns amigos sim, por que não?), mas que a família era um ponto importante na tarefa. nessas duas semanas eu via postes e mas postes no face, tanto de convites para ver acena dentro do grupo da turma, quanto fotos da bagunça pois cena na timeline alheia, e era visível que os alunos da turma estavam presentes em todos, alguns então estavam em quase todos. Foi uma mobilização muito bonita! parabéns a turma por isso.
Agora ao momento mais esperado... o meu vídeo O_o
Wlada assistiu ao meu vídeo calada, o que me da arrepios, quando terminou ela me chamou e disse que tinha algo que ela tinha que falar, eu por fora estava com a minha cara mais "poker face", mas por dentro eu tava tipo "PUTA QUE PARIU! EU TO FUDIDO! REPROVEI! ADEUS VIDA!" bem, ela falou que o espaço tinha um potencial enorme, principalmente pra teatro de bonecos, Berdnard acrescentou que se parecia com um espaço da Casa da Atriz, que meu corpo e minha voz estavam presentes em cena e jogando, mas que a forma como eu dava as falas discursando a incomodava, nesse momento começa a tocar "Meu mundo caiu" da Marisa em minha cabeça... mas ela lembrou, que se eu malhar essa cena e aperfeiçoar ela ela ficaria boa, e dai a esperança de ganhar um "Excelente" no conceito final ressurge no brilho de meus olhos! *¬*
Agora a conclusão da disciplina! a Exposição dos Lençóis e das cenas na ETDUFPA :) aguardando acinoso!
Bem, aconteceu algo que eu particularmente achei bem bonito, que foia a mobilização da turma para ver o vídeo um do outro, sendo que o coimando preferia que alguém da família prestigiasse a cena (com alguns amigos sim, por que não?), mas que a família era um ponto importante na tarefa. nessas duas semanas eu via postes e mas postes no face, tanto de convites para ver acena dentro do grupo da turma, quanto fotos da bagunça pois cena na timeline alheia, e era visível que os alunos da turma estavam presentes em todos, alguns então estavam em quase todos. Foi uma mobilização muito bonita! parabéns a turma por isso.
Agora ao momento mais esperado... o meu vídeo O_o
Wlada assistiu ao meu vídeo calada, o que me da arrepios, quando terminou ela me chamou e disse que tinha algo que ela tinha que falar, eu por fora estava com a minha cara mais "poker face", mas por dentro eu tava tipo "PUTA QUE PARIU! EU TO FUDIDO! REPROVEI! ADEUS VIDA!" bem, ela falou que o espaço tinha um potencial enorme, principalmente pra teatro de bonecos, Berdnard acrescentou que se parecia com um espaço da Casa da Atriz, que meu corpo e minha voz estavam presentes em cena e jogando, mas que a forma como eu dava as falas discursando a incomodava, nesse momento começa a tocar "Meu mundo caiu" da Marisa em minha cabeça... mas ela lembrou, que se eu malhar essa cena e aperfeiçoar ela ela ficaria boa, e dai a esperança de ganhar um "Excelente" no conceito final ressurge no brilho de meus olhos! *¬*
Agora a conclusão da disciplina! a Exposição dos Lençóis e das cenas na ETDUFPA :) aguardando acinoso!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Pra Wlad nº????
Este foi o e ultimo dia pra mostra pra Wlad as suas ultimas ideias pra cena, mostra os últimos personagens os últimos avanços, quase um ensaio geral! nesse eu notei muito a proposta de Caled, de fazer um marionete de si mesmo e usar memórias pra desenvolver a cena, achei a escolha do local muito boa também.
Mostrei pra Wlad alguns dos meu delírios, e ela me alertou: "cuidado ao criar expectativas", e estou me caganmdo de medo desde então.
Mas a atração da noite foi sem dúvida a proposta de Alina. É-GU-A, muito intima, muito simples, muito meiga, tem nas mão um material precioso. Aline nos confessou que sempre quis ser Miss Caipira, mas sempre era desencorajada, e que sempre guardou esse desejo dentro de si, ela queria usar este desejo pra em cena, e assim realiza-lo. Eu estou sinceramente torcendo pra que essa cena fique linda.
Pra Wlad 13/14 (me perdi o_o)
Nesta aula foram mostrados os videos do lugar(cujo meu já postei aqui) e seus personagens (no caso o meu esta no post anterior). Todos tinham ideias que em minha cabeça se tornavam muito possíveis, mas Wlad que já é mil vezes mais experiente que eu achava pequenos detalhes que faziam toda a diferença.
O trabalho de Marcilene ja estava pronto mas ainda tinham alguns problemas a se resolver, portanto Wlad a pediu para que refizesse. O meu em especial foi tranquilo, embora eu tivesse decidido fazer Morrigan segundo s antes de entrar em sala, pois como contava com as duas opções, já tinha planejado ambas mas não tinha concluído nem uma das duas. Mostrei a Wlad o lugar, que segundo ela era mesmo uma jaula, e contei a turma sobre meu indutor(Morrigan) e por que eu queria daquela forma, com o tempoessa forma foi mudando, mas isso ja é outra história.
A cena de Elise e de Gláucia me chamaram atenção, mal posso esperar pra ver as suas cenas, Elise me convidou para ver a dela eu pra ver a minha, lembrando que o público dessa atividade foi selecionado. Agora é só focar no conceito e nas soluções cênicas da cena! até la!
A Personagem - Restiços de Morrigan
Foi um processo longo até a escolha da personagem, desejo tanta coisa, mas nada de uma forma que realmente me encha de entusiasmo e me faça criar um personagem e em seguida uma cena com este!
Maaans, lembrei que sempre quis trabalhar com a mitologia celta, mas nunca tive a oportunidade, etão já tinha um mote, mas ah tanta coisa a se explorar nessa mitologia que é tão rica?!
Reli tudo que tinha sobre essa mitologia e cheguei a dois deuses fantásticos dela:
Cernunnos, com seus chifres longos,e sua sabedoria milenar. Eu tenho uma relação muito forte com a natureza, com o verde, com a vida que brota da terra e também com os animais! Florestas são meu habitat perfeito, ficaria o dia todo correndo cantando, e dançando nu entre as árvores, tipo as bruxas da idade média. por isso minha atração por Cernunnos. Por essa natureza primitiva que vem dele, e que acredito que eu também tenha.
O outro Deus é na verdade uma Deusa hehehehe. Mas se trata de uma das deusas mais respeitadas e lembradas da cultura Celta, Morrigan, a grande rainha das guerras. A imagem desta deusa sempre me chamou atenção devido a sua força e também a sua beleza, ela é como uma linda rosa mas com espinhos envenenados. Morrigan se transformava em um corvo e sobrevoava as guerras, quando seu grito era escutado em meio a guerra, os guerreiros se enchiam de coragem praticando atos heroicos que ou os levava a morte ou morte.
Depois de muito pensar em conceito e em visualidade outras mil coisas, até que enfim cheguei a uma conclusão, no ultimo segundo da aula cheguei a uma conclusão. Além da visualidade na qual eu achava interessante trabalhar Cernunnos (penso em galhos secos como chifres a principio) fosse me dar muuuito trabalho, Morrigamn sempre me chamou mais atenção, por ser esta criatura encantadora, que atrai e alerta, é bela e perigosa!e a visualidade pensada pra ela era simples e tão forte quanto. Sendo asssim, sera esta deusa linda minha indutora na cena.

Pra Wlad 12/13 ????
Absurdamente
constrangido, mas vou falar do meu seminário, não gosto de falar das coisas das
quais faço parte, pois o meu olhar como participante interfere no meu senso
crítico, mas vamos lá!
O
tema de nosso seminário (meu e da Aline) foram o diretor Tim Burtom e a cantora
e compositora Dolores O’Riordam. Foi um trabalho relativamente fácil, pois eu e
Aline éramos grandes admiradores dos trabalhos de ambos, portanto o trabalho
teve uma ótima fluidez. Embora tivéssemos dividido o trabalho em eu explicando
Burtom e Aline O’Riordam, conhecíamos tão bem os temas que um auxiliou o outro
com comentários em ambas a s partes do seminário.
Mas,
como nem tudo é um mar de rosas, pequei como de costume na dicção – o mal da
minha vida – que segundo os espectadores, os afligia por não conseguir entender a frase por
completo. Allan achou que faltava um foco em um trabalho específico dos autores,
o que eu concordo em parte, apesar de achar muito difícil fazer isto com
autores com obras tão visivelmente catárticas.
E
assim termina a fase de seminários da disciplina, de acordo com quis da profª
feito na aula anterior, as cenas do lençol estavam quase que totalmente
inertes, portanto a professora nos fez
duas propostas, refazer a cena do parto ou então fazer uma cena em um local*
doméstico interpretando um personagem que manifeste seu desejo. Chega a hora da
decisão, a turma democraticamente escolheu a segunda opção, e ai vamos nós.
*O
local esta no post anterior! Pode conferir ;)
O Lugar Escolhido
domingo, 21 de outubro de 2012
Pra Wlad 11
Primeira Aula depois da greve! todos com aquela cara de "fico feliz ou triste?", pois bem eu fiquei feliz, o tédio me consumia na greve e eu não consegui produzir nada pra mim. Por outro lado consegui produzir pro curso! mina cena de conclusão da Wlad estava quaaase encaminhada! só me faltava "costurar" ela!
A aula começou com a Wlad linda passando um papelzito com perguntas, uma espécie de quiz "O Que Você Fez Na Greve Querido?" eu tinha feito tudo! menos atualizar este bendito blog (oq estou a fazer agora[Wlad vai me reprovar quando ler isso]), pois bem, o tal papel queria uma avaliação do nosso entendimento do que ja havia sido produzido e como estava o a sala pós-greve!
Em seguida o plano de como as coisas andariam! Na aula seguinte seria MEU seminário (e o a Aline também, mas o blog é MEU e por isso escrevo MEU!) que seria sobre Dolores O'Riordam e Tim Burton, eu estava despreocupado, já tinha-mos deixado tudo pronto antes da maldita greve (esta que não resultou em muita coisa!) e baseado na avaliação que o bendito quiz daria reestruturaríamos o andamento da matéria, mas estas são cenas dos próximos capítulos...
A aula começou com a Wlad linda passando um papelzito com perguntas, uma espécie de quiz "O Que Você Fez Na Greve Querido?" eu tinha feito tudo! menos atualizar este bendito blog (oq estou a fazer agora[Wlad vai me reprovar quando ler isso]), pois bem, o tal papel queria uma avaliação do nosso entendimento do que ja havia sido produzido e como estava o a sala pós-greve!
Em seguida o plano de como as coisas andariam! Na aula seguinte seria MEU seminário (e o a Aline também, mas o blog é MEU e por isso escrevo MEU!) que seria sobre Dolores O'Riordam e Tim Burton, eu estava despreocupado, já tinha-mos deixado tudo pronto antes da maldita greve (esta que não resultou em muita coisa!) e baseado na avaliação que o bendito quiz daria reestruturaríamos o andamento da matéria, mas estas são cenas dos próximos capítulos...
Pra Wlad 10 (estamos quase la... só que não)
Estava tudo chegando na reta final e o desespero toma conta
pouco a pouco quando de repente vem ela... A GREVE!
Wlad então anunciou que esta tinha chegado e que provavelmente seriamos afetados por ela,
Faltavam apenas dois Seminários para serem apresentados, ente
eles o nosso, mas infelizmente a greve não havia deixado.
Por
outro lado surgiu ideia (através de Allan) de termos uma
oficina de jogos teatrais durante o período da greve! Assim o deficit de
aprendizado seria menor, assim esperamos.
Pra Wlad 9
Esta foi a aula das 30 imagens na qual eu cheguei atrasado devido a peripécias com Isadora Lourenço(devidamente denunciada agora) e levamos uma bronca LINDA da querida Wlad heheheh, foi épico!
Das 30 imagens só consegui lembrar de 29, das quais ninguém tirou foto embora eu tivesse pedido, mas sem stress! darei meu jeito de por estas 29 imagens nem que seja me recortando no fundo das fotos das 30 imagens alheias! em breve aqui!
Das 30 imagens só consegui lembrar de 29, das quais ninguém tirou foto embora eu tivesse pedido, mas sem stress! darei meu jeito de por estas 29 imagens nem que seja me recortando no fundo das fotos das 30 imagens alheias! em breve aqui!
pra Wlad 8
Tanto minha visita a casa de Aline
quanto a de Aline a minha casa se deram de forma casula e extremamente
espontânea. Estávamos na casa de Rafaele com alguns colegas da sala, que além
de colega de turma é minha quase vizinha (mora a duas ruas de casa) eis que eu
me lembrei da atividade da visita, e alertei Aline, expliquei pra ela que minha
casa era perto, no entanto meus pais moravam em monte Dourado e minha única
família em Belém era minha irmã mais velha que estava estudando naquela hora, e
meus tios que não estariam em suas casas, mas que apesar disso minha casa
estava lá pronta pra receber a visita (sem móveis não tem bagunça J),
saindo da casa de Rafa levei Aline para conhecer minha toca.
Embora estivesse cumprindo a tarefa
ainda me sentia como se estivesse fazendo errado, minha casa não tem móveis,
não tem fotos, ainda não é um lar, somente uma casa com gente morando nela.
Mesmo assim mostrei a casa para aline como se fosse um lar, afinal um dia ela
vai ser um! Mostrei a ela meus livros, mangás, desenhos, os cômodos! E em
seguida conversamos sobre nosso dia. E quando eu achava que ela não conheceria
ninguém minha irmã resolve chegar mais cedo do cursinho.
Missão quase cumprida, Aline conhece ao
menos um dos meus familiares. Minha irmã tirou uma foto nossa e em seguida fui
deixar Aline no ponto de ônibus, pois no mesmo dia iriamos assistir Mitos na
escola de teatro e Dança.
Pra Wlad 7
Nesta
segunda eu não pude ir a aula, não me recordo
o por que. Mas como um bom aluno (que não sou) resolvi me atualizar dos
ocorridos. Pois bem ai vai o resumão que Kahwana me passou.
Não houve
seminário, apenas uma discursão sobre os artifícios do teatro. Em seguida todos
os partos que ainda restavam, entre eles o que mais se destacou foi o de Melk.
As pessoa no outro dia falavam das velas e da preocupação com o lençol e forma
como ele desenvolveu sua atuação(oque me fez me arrepender de não ter visto!).
Nesta aula
não houve tempo para a execução do trabalho com as trinta imagens com o
lençol, e este nem poderia ser feito na segunda seguinte já que era o dia da
visita! Portanto ficou para a segunda seguinte a segunda da visita a casa do
parceiro.
Pra Wlad 6
Os Seminário desta
aula era ministrados por Fernanda e
Fabricio falando sobre Oscar Niemeyer e Joseph
Campbell, embora fabricio falasse em um ritimo um tanto acelerado acredito que
entendia a maior parte do seminário, e quanto a Fernanda os seus Slides me
incomodavam, mas no final foi uma boa apresentação.
Em seguida Raimunda e Gabriela contando um pouco da historia
de Manuel de Barros, onde devo ressaltar minha identificação com o texto “A
menina que ganhou um rio”, me fez lembrar da mangueira que na minha infância
maus pais diziam ser minha.
Depois de uma longa discursão aberta sobre os trabalhos onde
u fiz questão de dividia minha nostalgia vimos os últimos partos. E assim mais
uma aula acaba. J
Pra Wlad 5
Atualizando geral!
Sem muitas delongas começava o
seminário de Elise e Brenda sobre Manoel Bandeira! E em seguida o de Allan e
Andreza sobre Björk e Ramon Stergmann. Já conhecia o trabalho da maioria, mas
não tão a fundo quanto agora, destaco o de Björk, que meus primos tanto ouviam
eu nunca havia prestado atenção na beleza de seu trabalho. Ambos os trabalhos
me cativaram.
Em seguida a professora nos
convidou a um jogo, primeiro ela perguntou se alguém estava com algum problema
na família que quisesse extravasar, ou estivesse longe dela e quisesse saber
como ela esta. Confesso que senti vontade de levantar a mão, mas preferi como
de costume guarda meus problemas pra mim.
Marcelo levantou a mão e foi para
o centro da sala, em seguida Wlad pediu para que ele escolhesse pessoas da turma que
representassem pessoas de sua família e as organizasse deum forma que lhe fosse
familiar. Os escolhidos foram Bernard, Caled, Leonardo, Lacerda,
Melkzedec, Isadora, Laura, Erika, Gabriela e Raimunda, que em seguida com a
ordem da professora, desmontaram a cena e foram pra que lugar da sala achasse
que deveriam ir.
Por algum motivo que
nem um de nós espectadores sabia descrever, um mal estar tomava conta da sala,
mas ninguém podia fazer nada! E de repente na minha cabeça vem os acordes de Dear
Mr. President (uma música da cantora Pink em que ela canta uma carta
direcionada ao presidente dos estados unidos reclamando do abandono que vê seu
povo sofrer) uma musica que fala de abandono no momento em que eu sinto que
estou assistindo a uma historia de abandono. Foi um momento forte que vou
guardar pra vida.
sábado, 19 de maio de 2012
Pra Wlad 4
Aula d Hj: Nascer! mtooo tenso mano! mas vamos pelo inicio...
A aula teve início com os dois seminários, um com Adilson Pimenta e Vitória Cordovil, falando sobre um historiador, Eric Hobawm, que explica a relevancia da memória na trajetoria do ser (sakou o link? poisé) e a outra com Glaucia e Bernard falando sobre Caio Fernando Abreu, sua trajetoria de voda e por fim sobre seu trabalo, em especial "Os Dragões não conhecem o paraíso" logo depois explanação dos seminário e mais opiniões sobre o trabalho e os autores. Eu adorei ambos , principalmente quando Glaucia recitou um poema do autor d quem falava.
Uma pequena pausa e voltamos para sala onde deveriamos representar em no maximo3 min. os nossos devidos nascimentos com o bendito lençol! performaces mto interessantes mais a da noite em minha opinião foia ade Caled Garces! foi beeeelissima! ja to treinando a minha! aki em baixo a do Caled!
Caled mostrando cm seu lençol o sonho de sua mãe com Naná (um orixá)! ótimo uso do lençol Caled!
Graças ao tempo n foram mostradas todas as peformaces então nos proximos posts viramas outas (como a minha por exemplo)
A aula teve início com os dois seminários, um com Adilson Pimenta e Vitória Cordovil, falando sobre um historiador, Eric Hobawm, que explica a relevancia da memória na trajetoria do ser (sakou o link? poisé) e a outra com Glaucia e Bernard falando sobre Caio Fernando Abreu, sua trajetoria de voda e por fim sobre seu trabalo, em especial "Os Dragões não conhecem o paraíso" logo depois explanação dos seminário e mais opiniões sobre o trabalho e os autores. Eu adorei ambos , principalmente quando Glaucia recitou um poema do autor d quem falava.
Uma pequena pausa e voltamos para sala onde deveriamos representar em no maximo3 min. os nossos devidos nascimentos com o bendito lençol! performaces mto interessantes mais a da noite em minha opinião foia ade Caled Garces! foi beeeelissima! ja to treinando a minha! aki em baixo a do Caled!
Caled mostrando cm seu lençol o sonho de sua mãe com Naná (um orixá)! ótimo uso do lençol Caled!
Graças ao tempo n foram mostradas todas as peformaces então nos proximos posts viramas outas (como a minha por exemplo)
Pra Wlad 3
Esta aula deu início aos ceminários! Cada dupla (aquela da primeira aula) deveria fazerum seminário sobre uma autor e uma obra dele que linkasse com a aula! As primeiras duplas fora Caled Garcês e Melk Zedec (se eu escrevi errado me perdoem os dois ^^) qeu falaram sobre uma autora chamada Elizabeth Bishop, leram seu texto chamado "Uma Arte" que dizia que a arte da vida é saber perder e eu concordo cm ela! (Bishop linda!)
A dupla seguinte foi com Marcelo Andrade e Rogério Jacenir lendo um texto de Lia Luft "O Internato" que dizia que nois somos um resultado de nossa vivencia, coisas boas e não tão boas!(Também cncordo cm a Lia!)
Em seguida nos sentamos em circulo para discutir sobre os autores os textos e etc.. entre acordos e desacordos chegamos a conclusão que ninguém é iagual a ninguém e cada uma vê o link do autor com a matéria de uma forma diferente! graças a Wlad q nos abre a mente d uma forma nada sutil mas super eficaz^^
Continuando com a aula tivemos nosso primeiro exercicio cm o "lençol familiar" cada um deveria mostrar uma imagem usando o lençol de uma forma que ele n fosse um lençol! Efim... foi um negocio doido! apareceu d tudo, papel higienico, flores, skate e o meu, que virou uma fôrca na qual eu me metei (me amarro em morrem em cena *____*) mas o mais legal na minha opinião foi o do Allan q dançou com a sua parceira (seu lençol) e eu fikei tipo: o_O como eu n pensi nisso!! enfim parabéns Allan^~
Desfeita a roda agora deveriamos fazer pequenas imagens com nossas duplas usando o lençol (mais uma vez n como um simples lençol) até o fim da aula eu e Aline somos muito parecidos na serenidade por tanto a início tivemos um pouco de dificudade cm a pacividade um do outro mas depois tudo fluiu^^ to amando essa matéria ;)
A dupla seguinte foi com Marcelo Andrade e Rogério Jacenir lendo um texto de Lia Luft "O Internato" que dizia que nois somos um resultado de nossa vivencia, coisas boas e não tão boas!(Também cncordo cm a Lia!)
Em seguida nos sentamos em circulo para discutir sobre os autores os textos e etc.. entre acordos e desacordos chegamos a conclusão que ninguém é iagual a ninguém e cada uma vê o link do autor com a matéria de uma forma diferente! graças a Wlad q nos abre a mente d uma forma nada sutil mas super eficaz^^
Continuando com a aula tivemos nosso primeiro exercicio cm o "lençol familiar" cada um deveria mostrar uma imagem usando o lençol de uma forma que ele n fosse um lençol! Efim... foi um negocio doido! apareceu d tudo, papel higienico, flores, skate e o meu, que virou uma fôrca na qual eu me metei (me amarro em morrem em cena *____*) mas o mais legal na minha opinião foi o do Allan q dançou com a sua parceira (seu lençol) e eu fikei tipo: o_O como eu n pensi nisso!! enfim parabéns Allan^~
Desfeita a roda agora deveriamos fazer pequenas imagens com nossas duplas usando o lençol (mais uma vez n como um simples lençol) até o fim da aula eu e Aline somos muito parecidos na serenidade por tanto a início tivemos um pouco de dificudade cm a pacividade um do outro mas depois tudo fluiu^^ to amando essa matéria ;)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Pra Wlad 2
Ok ta tudo atrasado portanto vou contar pra v6 as aulas seguintes uma a uma, essa aki é a minha segunda aula de Trajetorias do Ser com a profa. Wlad (Vlad pra qm n sabe pronunciar isso <--).
Na nossa segunda aula os que ainda não tinham se apresentado deveriam fazer isso, MAAANS com uma diferença eles deveriam usar o lençol (akele com a sua árvore e blah) q non existia (como diria Padre Quevedo) na primeira aula! por acaso o meu ficou legalzin! mostro a foto no fim.
Voltando...então conheci os outros colegas de sala mais a fundo, Wlad alertava : "prestem atenção em cada detalheno modo da pessoa agir" então eu como de costume me impolguei e me senti O Ninja analizador d pessoas!
Era mtoo legal! Cada pessoa ali com um lençol diferente com imagens, fotos, pinturas, desenhos e uma infinidade de coisas q as lembrava as suas famílias! e a forma como cada um fazia uma a arvore como uma arvore significativa pra sua vida era fascinante! alguns pintaram manguiras outros cactos e eu (o lezo) pintei Ygdrazil (a árvore da mitologia escandinava e blah!) totalmente nada a ver com a minha família!
Alguns se emocionaram muito enquanto contavam suas historias e outros como eu ficavam uma tanto quanto indiferentes mais enteressados em lembrara a historia que em realmente revivela enquanto a conta. A cada dia q passa mais os colegas de sala se tornam menos "o coleg"a e mais "a pessoa" se era essa a liga q a professora queria, ela ta quase lah ^_^
terça-feira, 15 de maio de 2012
arts
A maioria das artes que eu vou usar nesse blog são de um cara chamado Jason Chan vale a pena conferir tudinho!
http://jasonchanart.blogspot.com.br/
ele é O Cara em desenho pra minha pessa! a riquesa de detalhes com a qual ele desenha é... foda!
http://jasonchanart.blogspot.com.br/
ele é O Cara em desenho pra minha pessa! a riquesa de detalhes com a qual ele desenha é... foda!
Para Wlad 1 :)
Enfim meu primeiro dia como estudante universitário. Depois de quatro anos queimando pestana, passando por maus bocados e correndo atrás sem pensar duas vezes enfim estou aqui. Foi fácil?…não, me custou muito, tive que deixar muita coisa pra trás como a cidade em que nasci e fui criado e todos que eu amava - e ainda amo - que por ali ficaram mas que levo comigo em cada célula do meu corpo.
La estava eu na ETDUFPA – Escola de Teatro e Dança da UFPA. Um prédio com característica neoclassicistas – muito bem conservado diga-se de passagem - todo pintado em em tons salmão e marrom com muitos detalhes em madeira. A euforia do momento me fazia associado a Hogwarts a escola de Harry Potter devido a sua arquitetura. Logo fui para a cantina nos fundos da escola em frente ao teatro esperando encontrar algum conhecido ou quem sabe conhecer alguém.
A primeira aula se chamava “Trajetórias do Ser” (o motivo de hoje eu estar aqui escrevendo neste blog) aula essa que eu não fazia idéia do que se tratava! Perguntei um colega “o que ser trajetórias do ser?” e ele paciente mente me explicou que se tratava de uma aula de autoconhecimento q traçaria um mapa de cada um de nós - o que me assustou confesso! – e que era uma aula bem dinâmica.
Tomados pela euforia do primeiro dia como calouros, todos conversava e riam alto na lanchonete em frente ao teatro, e quando tínhamos nos dado conta já estávamos todos entrando em sala de aula, era a primeira vez que eu iria ver todos os meus novos colegas de sala, até então eu so tinha conhecido alguns poucos durante a semana acadêmica. Então estávamos todos la, sentados em circulo no chão da sala, uma sala com uma energia estranha pra mim, tinha as paredes todas pretas e o chão e o forro todo em madeira muito bem lustrada.
Já tendo todos chegado, eu enfim conseguia ver os rostos de cada um dos meus colegas de sala que por tanto tempo idealizei, nem um batia com os da minha imaginação - como de costume – mais me pareciam em maioria muito simpáticos, suas roupas coloridas entravam em contraste com o preto das paredes, fazendo parecer somente a professora - a única toda de preto – fosse a única que fazia parte daquele todo. Ela ficou feliz por ter toda aquela variedade de etnias em sala, comentou de três meninas sentadas uma ao lado da outra - uma morena outra ruiva e outra loira - comentou também a mim, elogiando meus traços e cor da minha pele – eu tímido como sempre abaixei a cabeça sem jeito – e depois comentou sobre tantos outros alunos um com traços árabes outro com traços indígenas. Percebi que realmente tínhamos uma sala com etnias bem variadas.
Fomos então apresentados a nossa professora, ela era a única sentada em uma cadeira na sala, muito simpática, tinha uma fisionomia forte e robusta me lembrando um pouco a professora de Herbologia de Harry Potter, vestia uma camiseta e uma saia longa – ambas pretas – ela se chamava Vlad. Depois de se apresentar e explicar do que se tratava a aula – confirmando o que o colega da cantina tinha me dito – seu primeiro pedido foi que tirássemos tudo o que não nos era necessário naquela aula. Alguns tiraram pulseiras, brincos e anéis, alguns meninos tiraram a blusa – um chegou a ficar de cueca – e tive até a impressão de ter visto uma das meninas sem o short, já eu mais tímido tirei uma nota de dois reais que tinha no bolso e meus óculos. Ah! Antes que me esqueça entre um pedido e outro ela pediu que freássemos um blog - e por isso estou aqui – com comentários sobre as nossas aulas com ela. PS.: VALENDO PONTO HEIN!!!
A tarefa seguinte era escolher um dos colegas de sala e chamalo para conversar e conhecelo melhor. Não demorou muito para que se desse início a escolha, e em seguida sentassem um em frente ao outro para conversar em tom baixo. Eu então escoli Aline que estava sentada ao meu lado no circulo. Eu já a conhecia antes, mas superficialmente, tínhamos feito uma oficina de teatro juntos no ano passado.
O comando seguido de Vlad era conhecera a árvore genealógica do parceiro. Então pedi para que Aline desse o primeiro passo. Ela tinha uma árvore complexa e muito interessante, demos boas risadas juntos. Em seguida era minha vez. Ela tinha sido tão sincera comigo que eu não via saída se não ser tão sincero quanto. Contei então tudo, tentando não parecer dramático ao contar sobre as doenças hereditárias da minha família e levando com humor as situações que eu vivia com eles. Em seguida tivemos um intervalo, fomo todos para a cantina conversar com nossos parceiros e dividir com os que não eram nossos parceiros as nossas histórias de vida.
Ao voltarmos para sala a tarefa era outra: contar de maneira rápida e dinâmica a nossa árvore, e ao final descrevermos nossos lares ideais. Como eu vi que estavam todos pensativos resolvi tomar iniciativa e contar a minha primeiro.
Já com todos sentados ainda no chão mais aglomerados a minha frente como um platéia comecei a falar. Primeiro apresentei-me e em seguida comecei descrever a minha árvore de baixo para cima começando por mim. PROBLEMA! Estava sendo tão aberto com Aline que me esqueci de me fechar um pouco mais para uma platéia maior! Uma coisa é dividir os segredos e desgraças de sua família com uma única pessoa e outra é dividir com trinta e sete pessoas.
Enfim fui falando o que me vinha a cabeça, graças a Deus, em alguns momentos me lembrava da quantidade de gente pra quem eu falava e tentava ser um pouco mais bem humorado. Em um momento acabei por falar da cegueira de minha avó e da visão debilitada da minha família, e ao olhar pra platéia vejo olhares de pena que me provocavam uma mistura de constrangimento e raiva de mim mesmo. Não queria ficar com imagem de “pobre coitado moribundo” mas já estava feito. Por fim dei uma revira-volta na pena coletiva com um comentário bem humorado sobre minha família que causou risadas coletivas, e me aliviou a tenção.
Em seguida me sentei e ouvi as belas historias daqueles atuais desconhecidos, uma mais intrigante que a outra. Quando não me impressionava com historia me impressionava com o modo claro e didático e com uma ótima dicção que muitos deles falavam. E por fim, veio ele! O ate então falecido Dever De Casa! Vlad queria que em um lençol branco espessássemos nossas árvores genealógicas e trocessemos para a próxima aula!
Assim se deu fim a minha primeira aula na Universidade Federal do Pará! Empacando mais foi! Uma nota de 0 a 10?…acho que 8, devido a minha falta de autocrítica mas tudo bem
eu sou assim mesmo! Fazer o que né?
La estava eu na ETDUFPA – Escola de Teatro e Dança da UFPA. Um prédio com característica neoclassicistas – muito bem conservado diga-se de passagem - todo pintado em em tons salmão e marrom com muitos detalhes em madeira. A euforia do momento me fazia associado a Hogwarts a escola de Harry Potter devido a sua arquitetura. Logo fui para a cantina nos fundos da escola em frente ao teatro esperando encontrar algum conhecido ou quem sabe conhecer alguém.
A primeira aula se chamava “Trajetórias do Ser” (o motivo de hoje eu estar aqui escrevendo neste blog) aula essa que eu não fazia idéia do que se tratava! Perguntei um colega “o que ser trajetórias do ser?” e ele paciente mente me explicou que se tratava de uma aula de autoconhecimento q traçaria um mapa de cada um de nós - o que me assustou confesso! – e que era uma aula bem dinâmica.
Tomados pela euforia do primeiro dia como calouros, todos conversava e riam alto na lanchonete em frente ao teatro, e quando tínhamos nos dado conta já estávamos todos entrando em sala de aula, era a primeira vez que eu iria ver todos os meus novos colegas de sala, até então eu so tinha conhecido alguns poucos durante a semana acadêmica. Então estávamos todos la, sentados em circulo no chão da sala, uma sala com uma energia estranha pra mim, tinha as paredes todas pretas e o chão e o forro todo em madeira muito bem lustrada.
Já tendo todos chegado, eu enfim conseguia ver os rostos de cada um dos meus colegas de sala que por tanto tempo idealizei, nem um batia com os da minha imaginação - como de costume – mais me pareciam em maioria muito simpáticos, suas roupas coloridas entravam em contraste com o preto das paredes, fazendo parecer somente a professora - a única toda de preto – fosse a única que fazia parte daquele todo. Ela ficou feliz por ter toda aquela variedade de etnias em sala, comentou de três meninas sentadas uma ao lado da outra - uma morena outra ruiva e outra loira - comentou também a mim, elogiando meus traços e cor da minha pele – eu tímido como sempre abaixei a cabeça sem jeito – e depois comentou sobre tantos outros alunos um com traços árabes outro com traços indígenas. Percebi que realmente tínhamos uma sala com etnias bem variadas.
Fomos então apresentados a nossa professora, ela era a única sentada em uma cadeira na sala, muito simpática, tinha uma fisionomia forte e robusta me lembrando um pouco a professora de Herbologia de Harry Potter, vestia uma camiseta e uma saia longa – ambas pretas – ela se chamava Vlad. Depois de se apresentar e explicar do que se tratava a aula – confirmando o que o colega da cantina tinha me dito – seu primeiro pedido foi que tirássemos tudo o que não nos era necessário naquela aula. Alguns tiraram pulseiras, brincos e anéis, alguns meninos tiraram a blusa – um chegou a ficar de cueca – e tive até a impressão de ter visto uma das meninas sem o short, já eu mais tímido tirei uma nota de dois reais que tinha no bolso e meus óculos. Ah! Antes que me esqueça entre um pedido e outro ela pediu que freássemos um blog - e por isso estou aqui – com comentários sobre as nossas aulas com ela. PS.: VALENDO PONTO HEIN!!!
A tarefa seguinte era escolher um dos colegas de sala e chamalo para conversar e conhecelo melhor. Não demorou muito para que se desse início a escolha, e em seguida sentassem um em frente ao outro para conversar em tom baixo. Eu então escoli Aline que estava sentada ao meu lado no circulo. Eu já a conhecia antes, mas superficialmente, tínhamos feito uma oficina de teatro juntos no ano passado.
O comando seguido de Vlad era conhecera a árvore genealógica do parceiro. Então pedi para que Aline desse o primeiro passo. Ela tinha uma árvore complexa e muito interessante, demos boas risadas juntos. Em seguida era minha vez. Ela tinha sido tão sincera comigo que eu não via saída se não ser tão sincero quanto. Contei então tudo, tentando não parecer dramático ao contar sobre as doenças hereditárias da minha família e levando com humor as situações que eu vivia com eles. Em seguida tivemos um intervalo, fomo todos para a cantina conversar com nossos parceiros e dividir com os que não eram nossos parceiros as nossas histórias de vida.
Ao voltarmos para sala a tarefa era outra: contar de maneira rápida e dinâmica a nossa árvore, e ao final descrevermos nossos lares ideais. Como eu vi que estavam todos pensativos resolvi tomar iniciativa e contar a minha primeiro.
Já com todos sentados ainda no chão mais aglomerados a minha frente como um platéia comecei a falar. Primeiro apresentei-me e em seguida comecei descrever a minha árvore de baixo para cima começando por mim. PROBLEMA! Estava sendo tão aberto com Aline que me esqueci de me fechar um pouco mais para uma platéia maior! Uma coisa é dividir os segredos e desgraças de sua família com uma única pessoa e outra é dividir com trinta e sete pessoas.
Enfim fui falando o que me vinha a cabeça, graças a Deus, em alguns momentos me lembrava da quantidade de gente pra quem eu falava e tentava ser um pouco mais bem humorado. Em um momento acabei por falar da cegueira de minha avó e da visão debilitada da minha família, e ao olhar pra platéia vejo olhares de pena que me provocavam uma mistura de constrangimento e raiva de mim mesmo. Não queria ficar com imagem de “pobre coitado moribundo” mas já estava feito. Por fim dei uma revira-volta na pena coletiva com um comentário bem humorado sobre minha família que causou risadas coletivas, e me aliviou a tenção.
Em seguida me sentei e ouvi as belas historias daqueles atuais desconhecidos, uma mais intrigante que a outra. Quando não me impressionava com historia me impressionava com o modo claro e didático e com uma ótima dicção que muitos deles falavam. E por fim, veio ele! O ate então falecido Dever De Casa! Vlad queria que em um lençol branco espessássemos nossas árvores genealógicas e trocessemos para a próxima aula!
Assim se deu fim a minha primeira aula na Universidade Federal do Pará! Empacando mais foi! Uma nota de 0 a 10?…acho que 8, devido a minha falta de autocrítica mas tudo bem
eu sou assim mesmo! Fazer o que né?
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